04/12/2020  às 10hs44

Esportes

04/12 - Especial Mahicon Librelato: entrevista com o goleiro Roberto Volpato Netto


Na imagem, os três atletas de Orleans: Roberto (camisa 1), Cleber Medeiros (6) e Mahicon (10) - Foto: Divulgação

Na imagem, os três atletas de Orleans: Roberto (camisa 1), Cleber Medeiros (6) e Mahicon (10) - Foto: Divulgação


Mahicon Librelato é um dos orleanenses mais honrosos. Aos que tiveram o privilégio de conhecer e conviver com ele, um fato é unanimidade: seu brilho não se restringia aos campos. O jovem prodígio era um ser humano excepcional. Além do talento fora da curva, a humildade e o sorriso sempre presente no rosto do atleta também eram dignos de nota.


A Rádio Guarujá realiza uma série de entrevistas visando prestar uma homenagem ao "filho de dona Maurina", como era carinhosamente chamado. Mahicon faleceu precocemente, há 18 anos, em 28 de novembro de 2002, com 21 anos de idade. Se vivo, hoje teria 39 anos e, sem dúvidas, caso fosse seu desejo, já teria feito história no futebol internacional e defendido a Seleção Brasileira em Copas do Mundo e Olimpíadas.


O entrevistado desta sexta-feira, dia 4, foi o goleiro profissional Roberto Volpato Netto, também natural de Orleans, que jogou junto com Mahicon no Criciúma Esporte Clube. Da mesma forma como aconteceu com os dois entrevistados anteriores, devido ao carisma de Mahicon, a relação com o goleiro acabou indo além do trabalho, se transformando em amizade.


"Ele vai ser eterno no Criciúma pelo que fez, vai ser eterno no Internacional e vai ser eterno para as pessoas extra-futebol, pelo que transmitia fora de campo. Se você conversar com as pessoas, elas falarão a mesma coisa: era muito fácil conviver com o Mahicon dentro e fora de campo. Era um cara espetacular pelo que fez no futebol e na vida. Por isso, se tornou eterno, dada à qualidade humana que ele tinha", relembrou.


Além disso, no que diz respeito à capacidade e ao talento, Roberto comparou Mahicon com um dos melhores jogadores de todos os tempos. "Particularmente, fazer gol fácil como ele fazia, eu só vi dois até hoje. Eu comparo muito ele de chegar próximo ao Romário. Não sei se chegaria a ser um Romário, mas chegaria próximo. O poder de finalização e a qualidade técnica para finalizar era muito grande. A facilidade que ele tinha pra fazer gol. A bola procurava ele, era algo fora do comum".


Confira a entrevista completa neste link.


04/12/2020  às 10hs44