13/09/2017  às 09hs34

Geral

Cobrança de entrada no Parque das Nações gera polêmica


Foto: Marcelo de Bona/Engeplus

Foto: Marcelo de Bona/Engeplus

Um ruído na comunicação gerou polêmica na noite desta terça-feira, na abertura da 29ª edição da Festa das Etnias. Isso porque, segundo o presidente da Fundação Cultural de Criciúma (FCC), Serginho Zappelini, não existe cobrança para o público ter acesso ao Parque das Nações, mas sim um Pedágio Solidário, opcional, no valor R$ 1,99.

No entanto, conforme apurado pela reportagem do Portal Engeplus nos dois principais portões de acesso ao Parque das Nações (próximo ao semáforo da Avenida Centenário e em frente ao Criciúma Shopping), a orientação recebida pelos funcionários da bilheteria era de que todos pagassem ingresso.

A cobrança fez alguns frequentadores do Parque das Nações, que utilizam o local para realizar atividades físicas, ficarem revoltados. “Venho quase todo dia aqui. Não vou pagar para correr no parque”, reclamou um jovem, que deu meia volta e saiu irritadoao ser cobrado.

“Orientamos a todos, não estamos obrigando ninguém a pagar. É opcional, um Pedágio Cultural”, reforça Zappelini. “Mas a gente pede para que as pessoas se sensibilizem para ajudar a cultura”, solicita.

Ainda segundo o presidente da FCC, o lucro obtido com o Pedágio Cultural será destinado as instituições culturais de Criciúma. “Será doado ao Coral Santa Bárbara, Associação Coral de Criciúma, Banda Cruzeiro do Sul, e grupos folclóricos, entre outros”, informa.

As bilheterias do Parque das Nações funcionam das 19 horas até a meia-noite.

Estacionamento

Para utilizar os estacionamentos localizados no Parque das Nações, o motorista necessita pagar R$ 10. A cobrança faz parte de uma parceria entre a União das Etnias de Criciúma e a empresa responsável pela segurança da Festa das Etnias.

“O pagamento do estacionamento é obrigatório. A União das Etnias fez um contrato com uma empresa e cedeu o estacionamento para eles, que em contrapartida disponibilizaram cerca 80 seguranças para a festa. Sem estes convênios, seria impossível fazer um evento desta magnitude”, argumenta Serginho Zappelini.

 

Com informações do site Engeplus


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