11/01/2021  às 15hs25

Geral

Série de entrevistas sobre desativação da usina termelétrica: prefeito de Capivari Vicente Corrêa



O anúncio da Engie, em dezembro, determinando a desativação da usina termelétrica Jorge Lacerda a partir de 2021, quando será́ iniciado o desligamento dos geradores, gerou preocupação e mobilizou autoridades em Santa Catarina. Isso porque o setor representa mais de 20 mil empregos diretos e indiretos e uma economia que gira em torno de R$ 20 bilhões ao ano, resultando inúmeros reflexos socioeconômicos.


Dois dos sete geradores existentes na usina serão desligados neste ano e o cronograma para desativação total segue até 2025. Para entender as consequências e os desdobramentos desta decisão, a Rádio Guarujá realiza uma série de entrevistas. Nesta segunda-feira, dia 11, foi a vez de ouvir o prefeito de Capivari de Baixo, Vicente Corrêa Costa.


"É devastador para o município de Capivari de Baixo, outros municípios da região da AMREC, como Lauro Müller, que dependem da arrecadação da extração do carvão, e toda a região Sul e o estado de Santa Catarina. Não estamos preparados para lidar com isso em 2025, conforme cronograma apresentado pela empresa Engie, que detém os ativos do Complexo Termelétrico Jorge Lacerda. Diante disso, foi montada uma equipe de trabalho formada por prefeitos, deputados, representantes do Governo do Estado e do Ministério Público Federal. Enfim, há uma equipe de trabalho pautando este assunto. Estamos todos nos mobilizando para que a gente possa prorrogar esse subsídio do carvão e para que a gente possa conversar com a Engie. Já que o interesse da empresa é vender, para que a gente possa já identificar um comprador do complexo e, junto à classe política e os ministros, vamos buscar um mecanismo que torne viável que haja um comprador e que as atividades sejam continuadas, mantendo emprego, renda e a economia por mais um tempo”, afirmou.


Confira a entrevista completa neste link.


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