18/01/2021  às 12hs24

Geral

Série de entrevistas sobre desativação da usina termelétrica: vice-prefeita de LM Soraya Librelato



O anúncio da Engie, em dezembro, determinando a desativação da usina termelétrica Jorge Lacerda a partir de 2021, quando será́ iniciado o desligamento dos geradores, gerou preocupação e mobilizou autoridades em Santa Catarina. Isso porque o setor representa mais de 20 mil empregos diretos e indiretos e uma economia que gira em torno de R$ 20 bilhões ao ano, resultando inúmeros reflexos socioeconômicos.


Dois dos sete geradores existentes na usina serão desligados neste ano e o cronograma para desativação total segue até 2025. Para entender as consequências e os desdobramentos desta decisão, a Rádio Guarujá realiza uma série de entrevistas. Nesta segunda-feira, dia 18, foi a vez de ouvir a vice-prefeita de Lauro Müller, Soraya Cúrcio Librelato.


"Lauro Müller é um município criado em função do carvão, por causa do carvão. Por isso, depende muito desta atividade de extração mineral, assim como outros municípios da região. Assim como outras lideranças políticas, após a oficialização da Engie, nós participamos de duas reuniões, inclusive com a presença do governador, uma em Criciúma e outra em Tubarão. Todos os esforços estão sendo feitos no sentido de buscar solução. Lauro Müller sozinha não dá conta, mas a união de todos é que vai despertar no Governo Federal uma saída para este grande problema. A gente percebe que, a cada dia, os interesses para resolver são maiores, pois Santa Catarina precisa disso. As usinas termelétricas são as mais seguras, pois mantêm estabilidade no fornecimento de energia, por não depender das condições climáticas", defendeu.


Confira a entrevista completa neste link.


18/01/2021  às 12hs24