13/07/2020  às 11hs32

Geral

"Todos somos partes deste problema", declara delegada sobre violência contra a mulher



A Delegada de Polícia Civil, Juliana de Freitas Zappelini, da Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e ao Idoso de Criciúma, concedeu entrevista à Guarujá nesta segunda-feira, dia 13, para falar sobre violência doméstica e suas consequências, principalmente no que diz respeito à prevenção e enfrentamento.


Na oportunidade, ela falou sobre como o que são e como funcionam as Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher, sobre as ocorrências mais comuns na região, sobre quais as principais dificuldades encontradas no que diz respeito ao trabalho de investigação, sobre assistência psicológica e jurídica para as vítimas, sobre o que é feminicídio e o histórico deste crime na região, de que forma as pessoas podem contribuir para que um caso de relacionamento abusivo não evolua a ponto de acabar em feminicídio, e sobre violência doméstica neste período de isolamento social.


"Todos somos partes deste problema. Toda sociedade deve estar envolvida afim de evitar situações mais trágicas. Tendo conhecimento de que uma mulher possa estar de fato em uma situação de violência, a gente pede para que converse com essa mulher primeiramente, se possível. Mas, se não for possível, faça denúncia também, pois recebemos denúncias anônimas e, dessa forma, temos uma maneira de chegar até ela e verificar se, de fato, essa situação em que ela está vivendo é de violência doméstica", afirmou a delegada.


Entre as formas de fazer denúncia anônima, está o site da Polícia Civil e o O Disque Denúncia 181.


Confira a entrevista completa:


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