Para uma melhor experiência neste site, utilize um navegador mais moderno. Clique nas opções abaixo para ir à página de download
Indicamos essas 4 opções:

Google Chrome Opera Mozilla Firefox Microsoft Edge
Ok, estou ciente e quero continuar usando um navegador inferior.

Santa Catarina confirma os primeiros óbitos por Chikungunya em 2025

Por Ligado no Sul25/03/2025 12h00
Foto/Divulgação

A Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES/SC), por meio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), confirmou os dois primeiros óbitos por chikungunya no estado em 2025. As vítimas foram um homem de 83 anos, residente em Florianópolis, que faleceu no dia 1º de janeiro, e uma mulher de 85 anos, do município de Xanxerê, que morreu no dia 17 de março. Um terceiro óbito segue em investigação.

Até o dia 21 de março, Santa Catarina registrou 269 casos prováveis da doença, dos quais 179 foram confirmados. Dos 295 municípios catarinenses, 29 apresentaram notificações. Os locais com maior incidência foram Xanxerê (144 casos), Florianópolis (19), Campo Erê (17) e Chapecó (15).

O diretor da DIVE, João Augusto Brancher Fuck, alerta para o crescimento expressivo da doença: “Os números confirmam um aumento considerável nas últimas semanas e também em relação ao mesmo período do ano passado. É importante destacar que os casos podem não ser necessariamente por infecção no município de residência, mas demonstram a circulação viral no estado, o que representa um risco para a transmissão da doença.”

A chikungunya é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo vetor da dengue e do zika vírus. Os principais sintomas incluem febre alta, dores intensas nas articulações, cansaço extremo, dor muscular, dor de cabeça e manchas vermelhas na pele. A infecção pode ser confirmada por exames de sangue específicos, como testes sorológicos e PCR.

Embora a maioria dos pacientes se recupere, a doença pode ter complicações graves, especialmente em idosos, recém-nascidos e pessoas com doenças crônicas. Em muitos casos, as dores articulares persistem por meses, afetando a qualidade de vida dos infectados.

 

0
0

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe essa notícia

VER MAIS NOTÍCIAS