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BLOG

Vanesa Bagio
Mente em Foco

Psicóloga, empreendedora e especialista em saúde mental.

Vanesa Bagio é uma psicóloga apaixonada por desenvolvimento humano, dedicando sua carreira através de orientações para o autodesenvolvimento, auxiliando pessoas a descobrirem seu potencial e encontrar o equilíbrio emocional, com ampla experiência em atendimentos individualizado, familiares e casais, presencial e online, vêm transformado a vida de pessoas no Brasil e também no exterior.


Com formação em psicologia e especialização em diversas áreas, suas abordagens psicoterapêuticas combinam com técnicas, métodos criativos e dinâmicas psicológicas inovadoras, promovendo principalmente o controle da ansiedade.

Além de seu trabalho clínico, Vanesa possui mais de 10 anos de vivência na área de Recursos Humanos, o que lhe confere conhecimento sobre diversos aspectos relacionados ao mundo corporativo, atuando nas empresas em Recrutamento e Seleção, palestras, workshops e conteúdo educacional. Seu objetivo é capacitar as pessoas para superar desafios emocionais, promover a inteligência emocional, relacionamentos saudáveis e alcançar uma vida significativa.

Muito ativa na sociedade, além das especialidades, também é Practitioner em Programação Neurolinguística – PNL

Culpa e autocompaixão: como lidar com o fim de ciclos. Por Vanesa Bagio

Por Vanesa Bagio03/10/2024 17h08
Foto/Reprodução

O fim de um ciclo, seja ele relacionado a uma fase de vida, uma relação, um emprego, ou até mesmo a um projeto pessoal, é um momento carregado de emoções. Entre essas emoções, a culpa frequentemente se destaca como uma sombra que paira sobre nós, influenciando nossa percepção de quem somos e das nossas decisões. Ao mesmo tempo, a autocompaixão surge como um recurso essencial para aliviar esse peso emocional e permitir uma transição mais suave. Mas como equilibrar esses dois aspectos tão distintos, culpa e autocompaixão, no encerramento de um ciclo?

Compreendendo a culpa

A culpa é uma emoção complexa que pode surgir quando acreditamos ter cometido um erro ou causado algum dano. Após o término de um ciclo, é comum questionarmos nossas ações e responsabilidades, o que pode intensificar sentimentos de culpa. Pratique:

  • Aceitação da responsabilidade: reconheça seu papel na situação, sem exagerar ou minimizar sua participação.
  • Expressão de remorso: Permita-se sentir e expressar remorso de maneira saudável, sem se deixar consumir por ele.
  • Busca de reparação: Quando possível, tome medidas para corrigir ou compensar quaisquer danos causados.
  • Renovação e aprendizado: Use a experiência como uma oportunidade para crescer e evitar comportamentos semelhantes no futuro.

 O poder transformador da autocompaixão

A autocompaixão envolve tratar a si mesmo com gentileza e compreensão, especialmente em momentos de dificuldade. Após o fim de um ciclo, é vital:

  • Ser gentil consigo mesmo: evite a autocrítica severa e reconheça que todos cometem erros.
  • Reconhecer que outras pessoas têm desafios em comum: entenda que não está sozinho em suas experiências; muitos enfrentam desafios semelhantes. Somos imperfeitos e que enfrentar desafios faz parte da experiência humana.
  • Estar presente no momento, viver o agora: pratique a atenção plena para se conectar com o presente e reduzir a pensamentos repetitivos sobre o passado.

A Jornada Continua

O fim de um ciclo pode parecer um momento de ruptura, mas é também o início de uma nova fase. Nesse processo de transição, a culpa pode ser um sinal de que estamos refletindo e aprendendo, mas é a autocompaixão que nos permitirá atravessar essa fase com mais leveza e compreensão.

No final, lidar com o fim de ciclos é uma jornada de autodescoberta. Ao integrarmos autocompaixão, abrimos espaço para a cura e para a construção de novos começos, mais conscientes e alinhados com quem realmente somos. Buscar apoio profissional pode fornecer estratégias personalizadas para lidar com a culpa e fomentar a autocompaixão.

Fique bem!

 

Siga @vanesabagio.psi para buscar mais informações e lembre-se: “Sua saúde mental importa tanto quanto qualquer outra área da sua vida.”

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Desestigmatizando a Psicoterapia. Por Vanesa Bagio

Por Vanesa Bagio26/09/2024 13h19
Foto/Reprodução Canva

A psicoterapia ainda carrega estigmas, muitos acreditam que procurar um profissional de saúde mental é sinal de fraqueza ou fracasso. No entanto, a realidade é o oposto: buscar ajuda é um ato de autocuidado. Enfrentar os próprios medos, ansiedades e traumas requer força, e o apoio de um terapeuta é uma ferramenta essencial nesse processo. Assim como o corpo, a mente também precisa de cuidado. A psicoterapia oferece um espaço seguro para o autoconhecimento, ressignificação de experiências e promoção de bem-estar emocional.

Falar com um psicólogo é reconhecer a própria vulnerabilidade e valorizar a saúde mental como parte integral do autocuidado. Trata-se de investir em si mesmo, prevenindo o agravamento de problemas emocionais e buscando formas de viver com mais equilíbrio. Ao desestigmatizar a terapia, estamos dizendo que cuidar da mente é tão importante quanto cuidar do corpo, e que buscar apoio não é fraqueza, mas sim uma demonstração de amor-próprio e resiliência.

A psicoterapia traz inúmeros benefícios para a saúde mental e emocional. Primeiramente, promove o autoconhecimento, ajudando o indivíduo a entender melhor seus padrões de pensamento, comportamento e emoções. Isso facilita a identificação de gatilhos para o estresse, ansiedade ou depressão, permitindo mudanças positivas.

Além disso, a psicoterapia ensina habilidades para lidar com conflitos internos e externos, fortalece a resiliência emocional e melhora as relações interpessoais. Outro benefício importante é a redução de sintomas de distúrbios psicológicos, como transtornos de ansiedade, depressão, traumas e fobias, proporcionando uma vida mais equilibrada e saudável.

Procurar um psicólogo é um ato de autocuidado preventivo, evitando que questões emocionais se tornem problemas maiores, e permitindo que o indivíduo aprenda a gerenciar seu bem-estar de forma contínua.

Fique bem!

 

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Desperte para a vida: saia do automático e cuide de quem mais importa – VOCÊ!

Por Vanesa Bagio18/09/2024 14h26

Vivemos em uma sociedade que glorifica a produtividade e esquece de valorizar o essencial: a SAÚDE MENTAL. Em meio a tantas exigências e cobranças, nos tornamos reféns de um MODO DE VIDA AUTOMÁTICO, onde o ser humano é reduzido a um fazedor incansável de tarefas. A busca incessante por resultados, a pressão de ser sempre eficiente, nos afasta de algo fundamental – O CUIDADO DE NÓS MESMOS.

Todos os dias, nos levantamos sem questionar a rotina que nos aprisiona, reproduzimos comportamentos e nos desconectamos das nossas emoções. O CANSAÇO EMOCIONAL, A ANSIEDADE E O ESTRESSE CRÔNICO SE TORNAM A NORMA. No entanto, ninguém fala sobre o preço que pagamos por essa existência vazia e acelerada. ESTAMOS REALMENTE VIVENDO OU APENAS SOBREVIVENDO?

Rotinas rígidas, compromissos e cobranças diárias nos colocam em um ciclo interminável de tarefas, onde o “fazer” substitui o “ser”. É nesse ritmo que muitos acabam esquecendo de olhar para si mesmos, ignorando sinais importantes de desgaste emocional e negligenciando o autocuidado.

Viver no automático é uma realidade para muitas pessoas. Levantamos todos os dias, seguimos o mesmo trajeto, repetimos as mesmas atividades e, quando menos percebemos, o cansaço mental e a desconexão com o nosso interior se tornam constantes. Não estamos vivendo, estamos apenas existindo. Apenas você pode mudar isso.

O Setembro Amarelo, mês dedicado à conscientização sobre a prevenção do suicídio, nos traz a importante reflexão sobre nossa saúde mental. Esse é o momento de perguntar: Como está o seu cuidado consigo mesmo? O quanto de sua energia é dedicada ao que você realmente precisa para se manter bem?

Autocuidado não é luxo. É uma necessidade básica, assim como respirar e se alimentar. No entanto, no caos do cotidiano, deixamos de nos priorizar. Quando deixamos de nos cuidar, abrimos espaço para que as tensões, o estresse e a ansiedade tomem conta de nossa vida, nos afastando do bem-estar e da realização pessoal.

Desacelerar, olhar para dentro, reconhecer nossos limites e investir em atividades que nos proporcionem prazer e descanso são gestos que salvam vidas. Não se trata apenas de evitar crises, mas de viver plenamente, com qualidade e significado. O cuidado com a saúde mental não pode ser negligenciado.

Neste Setembro Amarelo, reflita sobre a importância de viver com presença e propósito. Abandone o modo automático e desperte para o valor do autocuidado. Sua vida importa. Sua saúde mental precisa ser prioridade.

Uma prática poderosa para sair do automático é incorporar momentos de “presença consciente” ao longo do dia, também conhecida como mindfulness.

Pausa de 5 minutos de Atenção Plena:
Ao longo do seu dia, defina três momentos específicos para fazer uma pausa de 5 minutos. Durante esse tempo, pare tudo o que está fazendo e concentre-se completamente no presente. Foque na sua respiração, observe como o ar entra e sai dos pulmões, sinta os batimentos cardíacos e esteja consciente dos sons e sensações ao seu redor. Se pensamentos surgirem, apenas observe-os sem julgamento, e gentilmente volte a atenção para o momento presente.

Esse exercício ajuda a quebrar o ciclo automático e reconectar a mente ao corpo, promovendo um estado de calma e maior consciência sobre si e suas emoções. Incorporando essa prática, você pode começar a fazer escolhas mais conscientes, em vez de reagir de forma automática aos estímulos e pressões do dia a dia.
Fique bem!

 

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O valor da vida: a beleza dos pequenos momento geram grandes razões. Por Vanesa Bagio

Por Vanesa Bagio12/09/2024 15h34

Vivemos em um mundo acelerado, onde as exigências diárias e a pressão para alcançar metas muitas vezes nos fazem esquecer o que realmente importa: a vida em si e seu propósito. Setembro, o mês de conscientização sobre a prevenção ao suicídio, nos convida a refletir sobre a importância de valorizar cada momento e lembrar que, mesmo nas dificuldades, a vida sempre merece ser vivida.

A importância de abraçar os pequenos prazeres

Muitas vezes, estamos tão focados em grandes conquistas que esquecemos de celebrar as pequenas vitórias diárias. O aroma de um café fresco pela manhã, um sorriso inesperado, o entardecer, agradecer por um gesto que mudou seu dia – esses momentos nos mostram que a vida é feita de detalhes que muitas vezes passam despercebidos. Quando nos permitimos apreciar essas pequenas dádivas, descobrimos um novo sentido na nossa jornada.

 Superar as dificuldades

Vá com calma e dê um passo de cada vez. Ninguém está imune aos desafios da vida. O estresse, as frustrações e até as crises pessoais fazem parte da nossa existência. No entanto, é importante lembrar que, assim como as tempestades, esses momentos difíceis também passam. Cada obstáculo superado é uma oportunidade de crescimento e autodescoberta. Enfrentar adversidades é um lembrete poderoso de que somos mais fortes do que pensamos.

O valor das conexões humanas

Estar cercado por pessoas que amamos e confiamos é um dos maiores prazeres da vida. O simples ato de conversar, rir ou compartilhar experiências com alguém querido pode transformar nosso dia e, muitas vezes, dar um novo significado à vida. Não subestime o poder de uma boa conversa, um abraço apertado ou um simples “como você está?”. Essas interações são lembretes de que não estamos sozinhos nessa jornada.

A necessidade de pausas e reflexões

Desacelerar em um mundo tão acelerado, parar para refletir sobre o que realmente importa é essencial. Às vezes, precisamos desacelerar, respirar fundo e nos reconectar com o que nos faz sentir vivos. Seja através de uma caminhada na natureza, da meditação ou de momentos de solitude, essas pausas são fundamentais para recarregar as energias e redescobrir a beleza da vida.

A vida, em toda a sua complexidade, é um presente inestimável. Embora possamos passar por momentos difíceis, é importante lembrar que cada novo dia traz consigo a chance de experimentar algo belo e significativo. Que o Setembro Amarelo nos inspire a olhar com mais cuidado para nós mesmos e para os outros, valorizando a jornada única que é estar vivo, porque cada vida importa.

 

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