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BLOG

Vanessa Perin
Comunicação para Negócios

Vanessa Perin é mentora de Comunicação para negócios.
Graduada em Letras, pela UNISUL, com pós em Coaching Educacional e Oratória, potencializa os resultados de empresas por meio de uma comunicação clara e assertiva.

O que um bom orador deve evitar para cativar o público? Por Vanessa Perin

Por Vanessa Perin29/10/2024 15h00

Ser um bom orador exige mais do que apenas transmitir informações; é sobre estabelecer uma conexão genuína com o público. No entanto, muitos oradores cometem erros que podem prejudicar essa conexão e diminuir o impacto de suas apresentações.

O que todo bom orador deve evitar?

  1. Termos técnicos

Mesmo em um contexto especializado, usar muitos termos técnicos pode “alienar” o público. A simplicidade na comunicação é chave para garantir que sua mensagem seja compreendida por todos.

Por isso, se optar por usar termos técnicos para transmitir autoridade, explique-os na sequência.

  1. Falar sem pausas

Uma fala constante, sem pausas, pode sobrecarregar o público e tornar difícil a absorção das informações. Pausas estratégicas ajudam a enfatizar pontos importantes e permitem que o público processe o que foi dito.

  1. Postura fechada ou gestos excessivos

A linguagem corporal tem um peso ainda maior do que as palavras. Evitar braços cruzados ou mãos nos bolsos é essencial. Por outro lado, gesticular demais pode distrair o público. Um equilíbrio é importante para transmitir confiança e credibilidade.

  1. Falta de conexão com o público

Ignorar o público, seja evitando contato visual ou não interagindo com eles, cria uma barreira.

Um bom orador deve ler a sala, adaptar o tom e ritmo conforme a “devolutiva” do público e manter o envolvimento ao longo da apresentação.

  1. Ler o discurso inteiro

Ler palavra por palavra tira a naturalidade da fala e impede o orador de se conectar verdadeiramente.

É essencial conhecer o conteúdo o suficiente para falar de forma espontânea e envolvente.

  1. Ignorar a preparação

Improvisar pode funcionar em alguns casos, mas a falta de preparação geralmente resulta em mensagens confusas e mal estruturadas. Bons oradores dominam o conteúdo, antecipam perguntas e ensaiam antes de uma apresentação.

  1. Falar em um tom monótono (o famoso “falar morrendo”)

A monotonia entedia o público e torna difícil manter o interesse.

Um orador deve variar o tom, volume e ritmo de sua fala para dar vida ao conteúdo e manter a atenção.

Em suma, um bom orador não é apenas alguém que fala bem, mas alguém que evita esses erros para criar uma experiência de comunicação clara, envolvente e eficaz.

 

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Comunicação x Oratória: entenda as diferenças e potencialize seu sucesso profissional. Por Vanessa Perin

Por Vanessa Perin17/10/2024 17h39

Muitas vezes, comunicação e oratória são tratadas como sinônimos, mas, na prática, essas habilidades possuem nuances distintas e complementares.

Compreender essa diferença é essencial para quem deseja se destacar em ambientes profissionais e pessoais.

comunicação é o processo contínuo de troca de informações, seja verbal, não verbal ou escrita. Ela envolve a habilidade de se expressar claramente, ouvir ativamente e adaptar a mensagem ao contexto e ao público. Ou seja, a comunicação não está limitada ao ato de falar, mas abrange todas as formas de interação que transmitem significado.

No dia a dia, a comunicação acontece o tempo todo: em reuniões, negociações, e-mails e até nas conversas informais.

Ser um bom comunicador envolve não apenas saber transmitir a mensagem, mas também entender o impacto que ela terá no receptor.

Já a oratória, por sua vez, é a arte de falar em público com clareza, persuasão e confiança.

Ela é uma das formas de comunicação, mas está centrada especificamente no discurso falado. Um bom orador utiliza técnicas de voz, postura, entonação e domínio de palco para engajar e persuadir sua audiência.

Enquanto a comunicação pode ser aplicada em várias situações do cotidiano, a oratória é uma habilidade especializada, no âmbito profissional, ela é utilizada principalmente em apresentações, palestras, pitches de vendas e discursos públicos.

A comunicação eficaz é a base para uma boa oratória. Um comunicador eficiente, que compreende seu público e ajusta sua mensagem conforme necessário, tem mais chances de ser um excelente orador. Por outro lado, dominar a oratória melhora a autoconfiança e a capacidade de se destacar em momentos cruciais de interação profissional.

Tanto a comunicação quanto a oratória são habilidades fundamentais para o sucesso em qualquer área de atuação. Desenvolver essas competências permite que você transmita suas ideias com clareza, conecte-se melhor com as pessoas e, principalmente, destaque-se no mundo dos negócios.

 

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O poder das palavras: dominando a linguagem para influenciar e inspirar. Por Vanessa Perin

Por Vanessa Perin08/10/2024 16h06
Foto/Ilustrativa

Uma das premissas da comunicação é a capacidade de se fazer entendido. Para isso, não basta apenas ter algo a dizer; é preciso comunicar de forma clara, objetiva e, sobretudo, compreensível para o público-alvo.

E essa clareza está diretamente ligada a um bom repertório cultural, um vocabulário adequado e, naturalmente, ao domínio da língua portuguesa.

O domínio da língua não significa apenas conhecer regras gramaticais, mas saber usar a língua de forma estratégica, escolhendo palavras que se adequem ao contexto, ao público e à mensagem que queremos transmitir. Esse cuidado evita mal-entendidos na comunicação e aumenta as chances de êxito naquilo que se pretende alcançar, seja numa conversa informal, numa palestra ou na comunicação empresarial.

Para exemplificar a importância do domínio da língua na comunicação eficaz, podemos citar o caso da Natura, uma empresa que se destaca pela forma como se comunica.

Em 2020, quando o mundo enfrentava os desafios da pandemia da COVID-19, a Natura lançou uma campanha chamada “O essencial é estar bem”. A empresa conseguiu, de maneira sensível, trazer uma mensagem de autocuidado e solidariedade em um momento de grande incerteza.

Por trás dessa comunicação bem-sucedida, estava o domínio da língua e o uso preciso de palavras que tocassem as pessoas em um momento delicado. Ao invés de simplesmente vender produtos, a Natura soube transmitir uma mensagem que ia além do marketing, reforçando valores como bem-estar, empatia e conexão humana. O sucesso dessa comunicação não foi ao acaso. Ela exigiu um profundo entendimento do público, um repertório cultural que dialogasse com o momento e o uso preciso da língua para ser compreendida e gerar impacto positivo.

Assim, fica claro que o domínio da língua portuguesa e o desenvolvimento de um repertório cultural são ferramentas fundamentais para uma comunicação eficiente. Sem elas, a mensagem pode se perder, deixando de cumprir seu objetivo. Portanto, investir em aprimorar essas habilidades é investir na capacidade de influenciar e inspirar, seja no campo pessoal ou no profissional.

Afinal, como dizia George Orwell, “quem domina a linguagem, domina o pensamento.” Isso significa que o controle sobre as palavras e a forma como as usamos impactam diretamente a maneira como as pessoas compreendem e interpretam nossas ideias. Quando dominamos a linguagem, expandimos nossa capacidade de expressar o que pensamos, influenciando não apenas a nossa comunicação, mas também o modo como os outros nos percebem.

Se queremos ser entendidos, inspirar, liderar ou transformar, é essencial dominar as ferramentas da linguagem. E isso não se limita ao vocabulário, mas ao repertório cultural e à capacidade de adaptar a mensagem ao público certo.

Se você deseja aprimorar essas habilidades, fortalecer sua comunicação e alcançar novos patamares, acesse o meu site www.vanessaperin.com.br e descubra mais sobre como posso te ajudar nessa jornada.

 

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Os 4 passos essenciais para uma boa oratória. Por Vanessa Perin

Por Vanessa Perin02/10/2024 14h00
Foto/Ilustrativa

Uma boa oratória é resultado de preparação, prática e domínio de técnicas eficazes.

Os quatro passos essenciais para uma boa oratória são: planejamento, práticacontrole emocional e devolutiva.

Primeiro, o planejamento é fundamental.

Um exemplo real disso é uma advogada que se prepara meticulosamente para uma audiência, organizando seus argumentos de forma clara e coerente.

Em segundo lugar, a prática constante ajuda a reduzir a insegurança.

Um empreendedor que ensaia seu pitch (discurso de vendas) várias vezes antes de apresentar a ideia a possíveis clientes e investidores aumenta sua confiança e eficácia na apresentação.

O terceiro passo é o controle emocional.

Um líder empresarial que enfrenta reuniões difíceis precisa controlar suas emoções para comunicar-se com assertividade, sem deixar o nervosismo transparecer.

Por fim, a devolutiva (o famoso “feedback”) de outras pessoas permite melhorias contínuas.

Um profissional de vendas pode pedir a opinião de colegas sobre suas apresentações para ajustar pontos críticos.

Quer aprender a dominar esses passos na prática? Acesse Vanessa Perin e saiba mais sobre nossas mentorias.

 

 

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